quinta-feira, 18 de março de 2010

Falta de desejo nas mulheres tem solução(Part1)

Elas não têm botão de liga e desliga. Na hora do prazer na cama, a combinação de alguns detalhes faz toda a diferença. No pacote pró-sexo, entram autoestima elevada, mente tranquila e bom conhecimento do próprio corpo. Sem contar uma enxurrada de hormônios e de outras substâncias químicas — além, é claro, de um parceiro dedicado, que esteja disposto a estimular pontos estratégicos.
Em outras palavras, vários fatores, psicológicos e orgânicos, servem de combustível para acender a vontade de transar na mulher. Os hormônios femininos, como o estrogênio, e os masculinos, como a testosterona, têm um papel preponderante para que isso ocorra. Sim, as mulheres também produzem testosterona nos ovários e nas glândulas suprarrenais. Quando seus níveis se encontram muito baixos, costumam acontecer alterações na libido.
Assim, não é tarefa simples indicar um tratamento quando essa intrincada rede por trás da vontade feminina enfrenta temperaturas siberianas. Tratase do que os especialistas chamam de desejo hipoativo, um problema mais comum do que se imagina. Só para ter uma ideia, uma pesquisa realizada com 749 mulheres na Universidade de Chicago nos Estados Unidos, revela que o desinteresse sexual acometia 33,2% das entrevistadas e a dificuldade de lubrificação, 21,5%. Felizmente, os cientistas estão próximos de soluções para que o termômetro do sexo volte a sinalizar somente tempo quente em quem passa por esse tipo de problema.
Uma das novidades é o flibanserin, droga desenvolvida pelo laboratório alemão Boehringer. Ela poderá ser a primeira pílula capaz de estimular o apetite sexual feminino. Sem previsão de lançamento, a Boehringer não tem ainda resultados definitivos sobre a molécula. Ela modula a disponibilidade de serotonina. Essa modulação do neurotransmissor encarregado de promover bem-estar leva a um aumento de dopamina, substância fundamental para instigar o interesse em transar.
Diferentemente das pílulas masculinas que agem quase na mesma hora, o flibanserin levaria de seis a oito semanas para produzir efeitos. A droga começou a ser estudada pelos cientistas alemães nos anos 1990 com a promessa de ser um antidepressivo para fazer face à fluoxetina e similares. E, para surpresa geral, o flibanserin mandou as mulheres para a cama — para uma boa transa, bem entendido.

Falta de desejo nas mulheres tem solução (Part2)

A depressão, vale ressaltar, está por trás de 40% dos casos de libido abaixo de zero, segundo uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo. As oscilações do estrogênio durante o ciclo menstrual têm participação nessa gangorra do humor. E algumas integrantes da ala feminina são mais sensíveis à queda de suas taxas após a ovulação. Esse fenômeno derruba a concentração de serotonina. Aí, bate aquela tristeza e a atração pelo parceiro torna-se uma lembrança do passado. A fase crítica vem à tona na menopausa, quando os ovários encerram de vez a fabricação de estrogênio. Então, a depressão geralmente dá as caras e arrasa com a libido.
O chato é que a maioria das drogas contra esse problema da alma atua no sistema límbico, região do cérebro onde moram as emoções, afetando a vida sexual da paciente. A boa notícia é a desvenlafaxina, um antidepressivo recém-lançado no Brasil pelo laboratório Wyeth. Ao contrário de muitos remédios da mesma classe, ele trata a depressão sem afetar o desejo. Isso porque regula os neurotransmissores serotonina e noradrenalina de forma mais natural, sem interferir no impulso de ter relações.
Outra consequência da queda vertiginosa do estrogênio é o ressecamento vaginal. Além de provocar dores na hora da penetração, a falta de lubrificação — até por causa disso — congela o ânimo em relação ao sexo. O estrogênio também é importante para a produção de óxido nítrico, que dilata os vasos, melhorando a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e proporcionando prazer. Ainda bem que, para esses casos, já existem géis à base do tal óxido, capazes de incrementar a excitação e, ainda por cima, preservar a umidade natural da vagina. Sem contar adesivos de testosterona, que devem ser usados somente com prescrição médica.
Por fim, os dilemas psicológicos muitas vezes interferem à beça na disposição para a transa. Diante de estresse, ansiedade e baixa autoestima, o desejo sai de cena. Aqui, a psicoterapia comportamental pode ser a saída. Ela incentiva a pessoa a conhecer o próprio corpo e a refletir sobre seus conflitos e inseguranças. Ninguém está condenado a uma vida sexual morna. Se o fogo apagou, o primeiro passo é procurar um ginecologista para checar se está tudo ok com a saúde física. Talvez seja o caso de mudar o contraceptivo. Uma coisa é certa: os recursos disponíveis hoje reaquecem o clima debaixo do edredom.

Chega de calor na menopausa

Ajuda extra para as mulheres que estão passando por essa fase: o ruibarbo pode aliviar os típicos fogachos. A planta foi testada em 109 voluntárias no Centro de Pesquisa em Saúde, em Berlim, na Alemanha. Durante 12 semanas, 54 delas receberam uma dose diária de um extrato feito com a raiz, enquanto outras 55 tomaram placebo. No primeiro grupo o número e a intensidade das ondas de calor diminuíram muito em relação ao segundo. Outros experimentos, porém, ainda são necessários para garantir a segurança e a eficácia desse novo fitoterápico.

domingo, 7 de março de 2010

Vamos nos livrar da gripe? (parte 1)

Ele habitava a face da Terra muito antes dos primeiros hominídeos. Como um Davi às avessas, pode ter contribuído para dizimar os dinossauros. E, de tempos em tempos, logo após uma transformação ou outra, assusta e gripa uma boa parcela da população. A versão da vez atende pelo nome de vírus A (H1N1), já infectou milhares no planeta e semeou o temor de uma pandemia.

Enquanto as autoridades e os médicos tomam providências para conter o avanço da doença apelidada de gripe suína, os cientistas não medem esforços para descobrir meios de derrotar todas as facetas do influenza, o micro-organismo camaleônico que causa febre e até mortes. Mas a pergunta que não quer calar é: vamos um dia ficar livres para sempre do intruso?

“Esse vírus é muito instável e trafega entre diversas espécies animais. Por isso, sempre está sujeito a mutações que o tornam irreconhecível ao corpo humano”, explica o virologista Edison Durigon, da Universidade de São Paulo. O desafio é encontrar um jeito de construir uma muralha dentro do organismo. Nessa busca, pesquisadores americanos, por exemplo, quebram a cabeça para viabilizar uma vacina universal, capaz de barrar o mutante a despeito dos seus disfarces.

Mas a principal estratégia, defendem os especialistas, é jamais tirar os olhos do baderneiro microscópico. Em outras palavras, sustentar uma rede de vigilância planetária que não cochila. “Não adianta ter os laboratórios mais capacitados do mundo se esse controle é inadequado”, diz a virologista Terezinha Maria de Paiva, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Em entrevista exclusiva, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, concorda e acrescenta: “Quando surge um vírus novo, nenhum epidemiologista pode dar chute”, opina. “Ouvi gente dizendo que a infecção pelo A (H1N1) seria igual à de 1918, que começou devagar e, depois, matou milhões. Outros apostaram em voz alta que essa gripe iria desaparecer. Puro chute. Quem acertou? Ora, cientistas sabem muito bem que só depois de seis a oito meses é que alguém terá bases mínimas para responder a essa e a outras perguntas, como: será que o vírus mudará e que todos os esforços para uma vacina foram em vão? Será que ficará mais forte? Será que ficará mais fraco?”, diz.

O influenza é uma velha ameaça à humanidade. E não estamos falando somente dos grandes surtos capazes de matar milhões de pessoas, como na gripe espanhola do início do século 20. O próprio vírus da gripe comum — ou sazonal, como preferem os médicos — também troca de roupa frequentemente para se esquivar do nosso sistema imune. Daí por que a vacina é renovada anualmente. Por mais que o microorganismo ainda consiga encontrar brechas para atacar, o imunizante é o jeito mais seguro de prevenir estragos — sobretudo aos organismos mais frágeis. Por isso, é recomendado a crianças, idosos e indivíduos de risco, como portadores de câncer ou HIV.

Vamos nos livrar da gripe? (parte 2)

“A gripe comum, em si, possui uma baixa letalidade, cerca de 0,5%”, calcula o infectologista Stefan Ujuari, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Ainda assim, estima-se que esteja por trás de 500 mil mortes ao ano em todo o mundo. O perigo, porém, dobra de tamanho quando um influenza que antes só vivia em outras espécies, como aves e porcos, consegue se recombinar e migrar para o corpo humano. Nesse caso, o organismo pena para se defender e a repercussão da invasão é bem mais intensa.

A solução perfeita para coibir esse bando de micro-organismos seria encontrar dentro do seu material genético algo que nunca ou pouco se altera, como uma proteína. A estratégia, então, seria se valer desse achado para formular uma vacina universal, válida para todo o planeta. Essa é uma ideia fixa para cientistas da Universidade Saint Louis, nos Estados Unidos, cuja pesquisa atrai investimentos de diversos laboratórios. “Mas o trabalho deles ainda é algo para o futuro”, pondera o geriatra João Toniolo Neto, da Universidade Federal de São Paulo. Por ora, não se sabe se ela daria cabo de toda sorte de influenza, principalmente os que estão por vir.

Para aprimorar a frente de batalha, pesquisadores não perdem tempo em aperfeiçoar a versão de vacina disponível para o influenza sazonal, aquele típico das estações mais frias. “A meta é enriquecê-la com substâncias capazes de potencializar sua ação”, esclarece Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações. No entanto, quando há um novo vírus no ar, a tática para inibir uma possível pandemia seria elaborar vacinas específicas. O Instituto Butantan, em São Paulo, pretende fabricar um imunizante contra a gripe suína, por exemplo. “Aguardamos amostras do vírus da OMS para dar início à produção”, conta a pesquisadora Cosue Miyaki. O fato é que novas vacinas só obtêm êxito se os serviços de vigilância epidemiológica ao redor do mundo não dormem no ponto. “É um trabalho silencioso ao longo do ano inteiro”, diz Terezinha de Paiva.

“Será muito difícil erradicar o influenza”, afirma a infectologista Nancy Bellei, da Universidade Federal de São Paulo. Por isso, não dá para baixar a guarda — tanto a curto como a longo prazo. “Uma grande mutação pode levar anos para acontecer”, esclarece a infectologista Tânia Chaves, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O malfeitor é bem-sucedido na medida em que usa células de diversos hospedeiros para se multiplicar e se rearranjar com seus familiares, dando origem a estirpes mais terríveis. “O medo é uma recombinação entre o A (H1N1) da gripe suína com o agente por trás da aviária, o A (H5N1), que é mais letal”, diz o professor Durigon.

Com os avanços da medicina, porém, é improvável que enfrentemos um dia uma catástrofe como a gripe espanhola. A vigilância e as novas vacinas afastam esse risco. E até nós mesmos podemos prestar uma pequena contribuição, ao evitar tomar remédios para a doença sem orientação de um médico. “A automedicação só pode tornar os vírus mais resistentes”, alerta Isaías Raw, diretor- presidente do Instituto Butantan. Ninguém quer dar um empurrãozinho a um inimigo que já causa tanta dor de cabeça — e no corpo inteiro.

O ESTRAGO DOS ANABOLIZANTES

NAS MULHERES
Irregularidade na menstruação, alargamento das cordas vocais, o que deixa a voz mais grave, aparecimento de muitos pelos, atrofia das mamas e hipertrofia do clitóris.

NOS HOMENS
Aumento das mamas, atrofia dos testículos, comprometendo a produção de espermatozoides, hipertrofia da próstata, o que pode provocar câncer nessa glândula, e impotência.

EM AMBOS OS SEXOS Aumento da agressividade, flutuação de humor, depressão, paranoia, aumento do LDL, o colesterol ruim, e redução do HDL, o colesterol bom, hipertensão, acne, dores de cabeça, queda de cabelo, infarto, tumores no fígado e até mesmo risco de morte súbita.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Histórico da Profissão

A Regulamentação da Profissão de Biólogo
Em 03 de setembro de 1979, foi sancionada a Lei n.º 6.684, pelo então Presidente da Republica João Baptista Figueiredo, a qual regulamentou a Profissão de Biólogo e  criou o Conselho Federal de Biologia - CFBio - e os Conselhos Regionais de Biologia – CRBios, definindo-os, em conjunto, como autarquia federal com personalidade jurídica de direito público, à semelhança dos demais conselhos profissionais já existentes.
As Associações de Biólogos em atividade na época da regulamentação da profissão,  convencionaram estabelecer a data da sanção dessa Lei como Dia Nacional do Biólogo - 03 de setembro.


Essa data tem significado especial, de uma conquista resultante de intensos esforços envidados pelas Associações de Biólogos do País, durante uma década aproximadamente, com trabalhos iniciados pelo primeiro Presidente da Associação Paulista de Biólogos – APAB, Dr.Paulo Nogueira Neto e seus companheiros, junto às autoridades do Executivo e Legislativo Federal. A Lei 6684/79 tornou legal o exercício profissional do Biólogo, passando a compor o cenário nacional das profissões regulamentadas. Dessa forma, o Biólogo deixou a clandestinidade, de cerca de quatro décadas.

A existência do CFBio e dos CRBios tem permitido ampliar a visibilidade do Biólogo, junto à sociedade, como profissional das Ciências Biológicas nos mais variados campos, notadamente, em meio ambiente, saúde, agricultura, educação, entre outros.

sábado, 26 de dezembro de 2009

FERIAS EM FORTALEZA

Fim de ano, ferias, Natal, Ano Novo e porque nao dizer Novos Amigos tambem.
Pois é, hoje 26.12.09 conheci a familia do Sr. Antonio Ximangue, especialmente os filhos:  Edson Roberto, Tom Zé, Manoel, Sergio e Leo. Gente da melhor qualidade.
Obrigado pessoal por terem me recebido tão bem.
Voces são maravilhosos.
O dia de hoje vai ser dificil de esquecer.
Principalmente pelas tiradas do Filosofo TOM ZÉ.
Vejam só essa: Mulher é como trator, só serve para trabalhar!!!
Pois não é que o Tom Zé espantou as mulheres!! rsrsrsrsrsrsrsr
Para todos voces, muita paz e saúde nesse 2010 que esta chegando!!!

domingo, 8 de novembro de 2009

FOTOS OFICINA 1o.ANO








Pílula do dia seguinte tem ação preventiva, e não abortiva

As chances de uma gravidez indesejada praticamente foram a zero com a pílula do dia seguinte. Atualmente, existem dois tipos de cartela: uma de dosagem maior, com apenas um comprimido de 1,5mg de levonorgestrel. Ou na versão com dois comprimidos, cada um com 0,75mg de levonorgestrel. Mas este é um recurso que vale para casos de emergência , alerta a ginecologista Mirna Ugarte, do Hospital Juscelino Kubitschek, em Brasília. A dosagem de hormônios presente na pílula do dia seguinte é muito maior do que a contida na pílula tradicional .E isso traz alguns problemas. O primeiro deles é uma desregulada geral no seu ciclo, o que interfere no cálculo do próximo período fértil e, em conseqüência, no início da sua próxima cartela de anticoncepcional. Há ainda outros efeitos negativos de curto prazo, como náuseas, vômito e dor de cabeça.

Algumas mulheres, inclusive, sentem-se tão mal que precisam de um remédio anti-enjôos combinado à pílula. Se houver vômito até duas horas depois de tomar a pílula, a dose deve ser repetida , alerta a ginecologista.
Quanto à ação do medicamento, ela vai variar de acordo com a fase do ciclo menstrual em que ele for consumido. O levonorgrstrel pode inibir ou retardar a ovulação; dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide; provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo , afirma a médica.
Por isso é importante ingerir a pílula no máximo 24 horas após a relação sexual com risco de gravidez. Caso o ovo já tenha sido implantado, o remédio não surte efeito algum , explica Mirna Ugarte. É isso mesmo o que você pensou: a pílula do dia seguinte, como a tradicional, tem ação preventiva. E não abortiva, como muita gente pensa.
Isso sem esquecer a média de eficiência do anticoncepcional de cartela, muito maior: o risco de falha não passa de 0,1%, contra 5% da pílula do dia seguinte índice que vale apenas para a ingestão feita, no máximo, 24 horas após a relação.
Se você já tomava anticoncepcional e esqueceu o comprimido, volte a tomá-lo normalmente assim que lembrar. A pílula do dia seguinte não interfere na ação da tradicional. Mas, na dúvida, agende uma visita ao ginecologista. Seu médico certamente saberá dizer se vale a pena continuar a cartela ou esperar a menstruação para recomeçar , diz a especialista de Brasília.
Vale lembrar que a pílula do dia seguinte só vale como alternativa excepcional. Isso porque, fora os desconfortos trazidos pelos efeitos colaterais, ela não protege você contra as doenças sexualmente transmissíveis. Tenha sempre em mãos um bom preservativo e não ponha a sua saúde, nem a do seu parceiro, em risco.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Risco de sofrer ataque cardíaco aumenta entre as mulheres

Homens de meia idade apresentam um risco muito maior de sofrer um ataque cardíaco do que as mulheres da mesma idade, mas uma nova pesquisa sugere que essa diferença pode estar diminuindo.

Cerca de 2,5% dos homens entre 35 e 54 anos que responderam a uma pesquisa nacional de saúde no final da década de 1980 e início dos anos 1990 relataram ter tido um ataque cardíaco, em comparação a 0,7% das mulheres da mesma idade. Porém, em pesquisas mais recentes, entre 1999 e 2004, as porcentagens de mulheres que sofreram ataque cardíaco aumentou para 1%, e caiu para 2,2% dos homens.
A porcentagem de mulheres entre 35 e 54 anos que sofreram ataque cardíaco nos EUA aumentou de 0,7 para 1% nos últimos anos
Os pesquisadores reconhecem que o aumento e o declínio relatado podem ter ocorrido por puro acaso. No entanto, o principal autor do estudo, publicado na edição de 26 de outubro do The Archives of Internal Medicine, afirmou que as mudanças refletiam uma "triste tendência". O artigo observou que, no mesmo período, a pontuação dos homens em uma escala que prevê o risco de ataque cardíaco melhorou levemente, enquanto a das mulheres piorou.
"Acho que todos têm sido complacentes com o fato de que as mulheres não têm um risco muito elevado nessa idade", afirmou o principal autor do estudo, Dr. Amytis Towfighi, professor assistente de neurologia clínica da University of Southern California.
Um estudo realizado em 2007 pelos mesmos autores descobriu que mulheres entre 45 e 54 anos tiveram duas vezes mais probabilidade, em relação aos homens, de relatar um derrame, uma descoberta que desafiou o pensamento médico convencional de que as mulheres apresentam menor risco de derrame na meia-idade, em comparação aos homens.

Teste de vacina contra Aids reduz pela primeira vez risco de infecção

Uma vacina experimental contra a Aids diminuiu, pela primeira vez, o risco de infecção pelo vírus HIV, afirmam cientistas.
A vacina - uma combinação de duas vacinas experimentais já testadas - foi administrada a 16 mil voluntários na Tailândia, no maior teste já realizado com uma vacina contra a Aids. Os pesquisadores concluíram que a vacina reduziu em quase um terço o risco de contrair o vírus HIV, que provoca a doença.
O resultado está sendo visto como um avanço científico significativo, mas uma vacina global ainda está distante. O estudo foi realizado pelo Exército americano com o governo da Tailândia e durou sete anos. Todos os voluntários - homens e mulheres com idades entre 18 e 30 anos - não eram portadores do HIV e viviam em algumas das regiões mais afetadas da Tailândia. As vacinas combinadas para a produção desta já haviam sido testadas, sem sucesso. Metade dos voluntários recebeu a vacina e a outra metade recebeu um placebo. Todos receberam aconselhamento sobre prevenção do vírus HIV.
Entre os voluntários que receberam a vacina, o risco de infecção pelo HIV foi 31,2% menor do que entre os que tomaram o placebo. "O resultado é extremamente encorajador. Os números são baixos e a diferença pode se dever à sorte, mas a conclusão é a primeira notícia positiva no campo de vacinas contra a Aids em uma década", disse Richard Horton, editor da revista médica Lancet. "Nós devemos ser cautelosos, mas ter esperança. A descoberta precisa ser replicada e investigada urgentemente." O resultado também foi comemorado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo programa conjunto da ONU para a Aids (UN/Aids). Segundo eles, os resultados ,"caracterizados como modestamente protetores...trouxeram nova esperança no campo de pesquisa de vacinas contra a Aids". Estima-se que cerca de 33 milhões de pessoas no mundo são portadoras de HIV.

domingo, 13 de setembro de 2009

Vida Sexual

Confira dicas para evitar a ejaculação precoce.

A ejaculação precoce, atualmente conhecida como ejaculação rápida, é causada apenas por fator psicológico e a grande vilã da história é a ansiedade. "Geralmente, os ejaculadores rápidos são homens ansiosos em tudo na vida. Eles se alimentam e tomam banho rápido, por exemplo", diz a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. 
Segundo a especialista, ele reconhecer este comportamento já é o primeiro passo. "O homem ansioso tem de aprender a degustar os alimentos durante a refeição, caminhar percebendo os passos, ou seja, ele tem de estar presente de corpo e alma em todas as suas atividades", afirma.

A sexóloga dá uma dica para o homem começar a superar o problema sexual. "Durante o banho, ele deve ensaboar todo o corpo e por último o genital. Assim, ele aprenderá a perceber sensações em outras partes do corpo além do pênis", diz Carla.

Vida Sexual

Confira dicas para evitar a ejaculação precoce (cont.)
O psiquiatra e professor da especialização em Medicina Comportamental da Unifesp, Geraldo Possendoro, afirma que para uma relação sexual o corpo masculino passa por uma espécie de "processo preparatório".

Segundo o médico, para que o homem tenha e mantenha a ereção é necessária uma série de eventos fisiológicos de diferentes naturezas, sendo um deles a ativação da divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo, ou seja, aquele que controla automaticamente o funcionamento dos órgãos.

Já no caso da ejaculação é estimulada a divisão simpática do sistema nervoso autônomo. De acordo com Possendoro, esta região é responsável pela ansiedade nas pessoas. Portanto, o homem entra em uma relação sexual um pouco tenso, relaxa (quando ativa a divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo) e fica um tanto ansioso ao ser estimulada a divisão simpática no momento da ejaculação. "O orgasmo por si só gera ansiedade por ser um evento futuro", explica o psiquiatra.

Conforme explicou Possendoro, o ejaculador rápido já entra ansioso na relação sexual. "Ele apresenta uma ansiedade de performance. E ao pensar que vai falhar, já ativa a divisão simpática", esclarece. "Este homem tem de mudar a maneira de pensar e sentir a situação de entrar na relação sexual. O homem deve estar física e mentalmente relaxado". Técnicas de relaxamento são trabalhadas em terapia focada na ansiedade.

Dieta rica em gorduras contribui para pedras na vesícula (1)

Elas são tão incômodas quanto as "pedras no sapato", mas são as pedras na vesícula biliar, a chamada colelitíase, que afetam uma em cada mil pessoas. A doença tem como sintoma mais frequente a cólica biliar, um tipo de dor constante localizada na região superior direita do abdome.
Se você quer se prevenir contra esse problema , a dica é evitar o exagero de gordura animal na dieta.
A obesidade, portanto, é um fator que contribui para o aparecimento da doença. O indivíduo obeso geralmente tem uma dieta rica em gordura animal, o que ajuda na formação de cálculos biliares. A melhor maneira de se prevenir, portanto, é seguir uma dieta com baixo teor de gordura e alto teor de fibras, atitudes que diminuem a chance de se formar os cálculos.

Outros fatores relacionados ao risco de desenvolvimento de pedras na vesícula incluem idade (a frequência aumenta com o processo de envelhecimento), gravidez, obesidade, sexo (mais frequente em mulheres), terapia de reposição hormonal e níveis altos de triglicérides no sangue.
Tipos
A vesícula biliar é uma espécie de bolsa que armazena a bile antes desse líquido atuar no processo digestivo dos alimentos, principalmente das gorduras, realizado pelo intestino. Possui tamanho aproximado de 8 cm, como um pequeno figo, localizada na borda inferior do fígado, ao lado direito do abdome.

Existem vários tipos de cálculos (pedras), mas os dois principais são os de colesterol (90% dos casos) e os pigmentados (10%). Os primeiros são compostos por colesterol, geralmente mais prevalentes em populações com alto grau de ingestão de gorduras de origem animal (carne vermelha, leite e seus derivados, além de frituras e alimentos gordurosos em geral, como os embutidos). Os cálculos pigmentados são oriundos de sais biliares, outra substância presente na composição da bile e que, quando em concentração inadequada, pode gerar a precipitação e formação de cálculos biliares.

Dieta rica em gorduras contribui para pedras na vesícula (2)

Silenciosa
A doença pode ser assintomática, ou seja, a pessoa tem o problema, mas não apresenta sintomas. Por isso é importante realizar exames de rotina que conseguem detectar as pedras. "Na maioria das vezes, o diagnóstico é feito de modo casual durante os exames de rotina, como tomografia e ultrassom do abdome", disse Schraibman.

Segundo o especialista, se a doença não for tratada, é preciso tomar cuidado para que não evolua para um quadro agudo de inflamação da vesícula (colecistite aguda), quando um cálculo obstrui a saída da bile; colangite, que corresponde a uma infecção grave dos canais que levam a bile para o intestino; e até uma gangrena da vesícula.

Cirurgia
Atualmente, os especialistas utilizam a cirurgia laparoscópica para remoção da vesícula. É o melhor tratamento, já que é um procedimento muito seguro e com baixo índice de complicações. Nesta cirurgia, são introduzidas duas ou três cânulas em pequenas aberturas na parede abdominal, que visualizam a cavidade por meio de um monitor.

O procedimento gera um resultado estético melhor, já que não requer grandes incisões, a dor no pós-operatório é mais leve, a duração da internação é menor e o paciente volta mais rapidamente às suas atividades cotidianas.

A retirada da vesícula, no entanto, não afeta o funcionamento do fígado ou do intestino, como se pode pensar no primeiro momento. Evolutivamente, o homem não necessita hoje da vesícula, pois se alimenta várias vezes ao dia, o que torna a vesícula um órgão subutilizado, já que não há a necessidade de se armazenar tanta bile.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

PERGUNTAS FREQÜENTES

1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.

7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

8. O medicamento está em falta?
Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.

9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

10. Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

11. Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?

Deve ser considerado as condições do ambiente com calor e luminosidade, em média de 2h, podendo durar até 10 horas

12. Quão útil é o álcool em gel para limpar as mãos?

O álcool gel a 70% é útil, mas não substitui a lavagem com água e sabão, pois essa remove as sujidades presentes.. É aceitável quando não se ha disponibilidade ou tempo para a lavagem freqüente com água e sabão.

13. Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?

Transmissão por contato próximo (menos de um metro) através da tosse ou do espirro. secreções em objetos também podem acontecer, embora a primeira seja a mais comum.

14. É fácil contagiar-se em aviões?

Somente são considerados contatos próximos aquele indivíduos da mesma fileira, duas anteriores e posteriores e as correspondentes da lateral. os aviões possuem sistema de filtros especiais.

15. Como posso evitar contágio?

Higienização das mãos freqüente e após tosse e espirro, evitar aglomerações, principalmente para pessoas com sintomas, uso de lençóis descartáveis para espirro, pessoas gripadas devem evitar contato próximo com outras e evitar sair de casa ambientes ventilados

16.- Qual é o período de incubação do vírus?

Média de 2 a 5 dias

17. Quando se deve começar a tomar o remédio?

O remédio (Tamiflu) só está indicado para casos com gravidade e na presença de fatores de risco quando prescrito pelo médico. Só tem eficácia se iniciado nas primeiras 48h de início dos sintomas

18. De que forma o vírus entra no corpo?

Pela boca, nariz ou olhos, presente nas gotículas e secreções de indivíduos gripados ao tossir ou espirrar.

19- O vírus é mortal?

Pode ser , principalmente, se a pessoa tiver algumas doença pré-existente, imunodepressão, idosos com mais de 60 anos, crianças de menos de 2 anos, obesos, gestantes.

20- Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?

Se os familiares contraírem a doença e se apresentarem sinais de gravidade e/ou fatores de risco para complicações ou óbitos

21.- A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?

Pelo tempo que se considera para o consumo ser normalmente superior às dez horas de sobrevivência do vírus é menos provável.

22.- O que provoca a morte?

Pneumonia grave com insuficiência respiratória de falência de múltiplos órgãos.

23.- Quando se inicia o contágio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?

A transmissibilidade se inicia até 1 dia antes dos sintomas iniciarem e estende-se até 7 dias após nos adultos e 14 dias se o gripado for menor de 12 anos.

24. Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?

Há um período considerável de proteção após evento prévio, mas que tende a cair com o tempo. Porém não protege contra os outros subtipos de vírus influenza ou outros vírus que também causam gripe.

PERGUNTAS FREQÜENTES

25.- Onde encontra-se o vírus no ambiente?

Qualquer superfície pode ser contaminada com o vírus

26.- É útil a máscara para cobrir a boca?

Somente faz sentido seu uso em ambientes hospitalares para pacientes com sintomas e familiares durante visitas na enfermaria, em acesso restrito

27.- Posso fazer exercício ao ar livre?

Sim, ambientes ventilados são os indicados para evitar a transmissão

28.- Serve para algo tomar Vitamina C?

Vitamina C é um re-equilibrante da defesa do organismo, porém isoladamente não protege contra a gripe e nem acelera a cura.

29.- Quem está á salvo desta doença ou quem é menos suscetível?

Todos estão suscetíveis a contrair esta infecção

30.- O vírus se move?

Ele é imóvel.

31.- Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?

Gestantes faz parte do grupo de risco para complicações e morte

32.- O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?

Somente após o nascimento o recém-nascido passa a ser exposto ao vírus, mas ele pode vir a ser abortado ou nascer prematuro ou morto, se a paciente estiver em estado grave.

33.- Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?

Não deve, principalmente em menores de 18 anos. Risco de morte por hepatite grave e

34. Serve para algo tomar antivirais antes dos sintomas?

Ele não está indicado como alternativa para evitar os sintomas ou proteger contra a infecção

35. As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?

Sim, maior risco de complicações e morte

36. Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?

Gripe pode ser ocasionada por vários tipos de vírus, dentre eles o influenza. O que pode acontecer é a pessoa complicar uma gripe com infecções por bactérias, como pneumonia.

37. O que mata o vírus?

Álcool, sabão e água, calor (70ºC)

38. O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?

Medida de isolamento dos demais pacientes e medidas de uso de equipamento de proteção individual para proteção dos profissionais de saúde e visitantes

38. O álcool em gel é efetivo?

Sim. Já respondida acima com suas limitações

39. Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?

A vacina da influenza sazonal não tem eficácia sobre este novo subtipo do influenza

40. Este vírus está sob controle?

Ele ainda tem risco de progressão e já é uma pandemia. Estima-se que aumento e bastante os casos até o próximo ano

41. O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?

Alerta atual é o 6. Isso decorre de mais países já terem transmissão intercomunitária sustentada, ou seja transmissão dentro da própria localidade. Com a progressão para outros continentes também se contribui para aumentar estes níveis. O 6 já indica que temos a pandemia instalada.

42. As crianças com tosse e gripe têm influenza?

Outros vírus podem estar implicados nesses casos de gripe, não só o influenza.

43. Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?

Já citadas acima nas medidas preventivas

44. Posso me contagiar ao ar livre?

Ambientes ventilados oferecem menos riscos, porém evitar contato próximo com pessoas gripadas e aglomerações

45. Pode-se comer carne de porco?

Sim, desde que preparada adequadamente e bem cozida ou assada. Comprar somente de procedência que tenha o aval dos órgãos de inspeção sanitária

46. Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?

Ele não está controlado. Somente teremos isso quando houver redução no número de casos e o padrão de mortalidade não progredir

47. Qual diferença da gripe comum e a gripe suína?

Os sintomas são semelhantes com febre alta, tosse, dor de garganta, mal estar geral, fraqueza, dor no corpo.

48. O Tamiflu, o medicamento usado no tratamento, pode ser comprado nas farmácias? Ele causa reações? O uso indiscriminado pode diminuir a efetividade do remédio, quando necessário, de fato?

Não somente liberado pelo Natan Portela, quando prescrito por médico. Causa reações em algumas pessoas como dor abdominal, vômitos, alterações comportamentais. O risco do uso indiscriminado pode ocasionar a seleção de vírus resistente ao único medicamento disponível no Brasil para esta finalidade

49. As mãos devem ser lavadas como?

Com água e sabão, contemplando todas as partes, detalhadamente. a retirada deve ser feita com a água no sentido da ponta dos dedos para os cotovelos, sem tocar na pia. Enxugar com papel toalha ao final.

50. Existe prevenção em termos de remédio ou alimentação?

Boa alimentação e somente usar remédios sob prescrição médica

Cientistas identificam proteína que detecta e combate vírus da gripe

Camundongos sem ‘sensor’ sobrevivem 10 dias após infecção respiratória. Com receptor Nod2 ativo, resistência é de 8 semanas.

Pesquisadores da Universidade do Texas descobriram que uma proteína, a Nod2, detecta a presença da família de vírus influenza A, causadores dos vários tipos de gripe (incluindo o H1N1, da nova gripe), e coordena as defesas contra o invasor.

A Nod2 também funciona como sentinela contra outro vírus comum, o sincicial respiratório (VSR). Especialistas em microbiologia do Centro de Ciência da Saúde da instituição em San Antonio detalharam em artigo publicado neste domingo (23) os mecanismos pelos quais a Nod2 direciona células para que armem as defesas contra o influenza e o VSR. Em testes de laboratório com camundongos, os animais sem a Nod2 sobreviveram apenas 10 dias após a infecção respiratória, na comparação com animais com a Nod2 ativa, que apresentaram uma resistência de 8 semanas. O trabalho saiu na “Nature Immunology”.

A descoberta serve como guia para novos estudos que melhorem os tratamentos contra as duas doenças infecciosas, que atingem ano após ano com maior gravidade pessoas com sistema imunológico mais vulnerável, particularmente crianças com menos de 1 ano de idade e idosos com mais de 65.

“Essa molécula poderia ser usada para estimular as defesas imunológicas e a eficácia de vacinas contra o VSR e o influenza A, especialmente entre indivíduos (de grupos) de alto risco”, afirmou o principal autor do trabalho, Santanu Bose, professor-assistente de microbiologia e imunologia. O desafio é ativar o gene Nod2 durante a infecção, ou mesmo antes, para aprimorar a imunidade. O “vigia molecular” também tem o potencial para reconhecer outros vírus, como o da febre amarela, o da febre do Oeste do Nilo e do ebola.

Quando a pesquisa entrar na fase clínica, o objetivo será testar sangue de pessoas não infectadas e de pacientes infectados gravemente e moderadamente, em busca dos respectivos níveis do sensor Nod2. Isso poderia viabilizar prognósticos sobre de que forma indivíduos vão reagir a infecções por vírus respiratórios

Fonte: G1

Gripe Suína - Sintomas, Contágio, Prevenção no Brasil

A Gripe Suina é uma doença que tem como conseqüência uma variante do vírus H1N1, a transmissão e a apresentação dos sintomas da gripe suina pode ocorrer através do contato com o animal e objetos contaminados. Sendo que surgiu uma nova variante, que pode ser disseminada entre humanos e esta causando uma epidemia no México. Desde o seu surgimento, a gripe já fez até agora 149 vítimas, e sob suspeita da doença o número é de 1600 pessoas, a organização de saúde Mundial, declarou que a doença já esta sendo uma emergência na saúde pública internacional.

A gripe suina tem seu contágio através das vias aéreas, como a gripe comum, com contato diretamente ou indiretamente, por meio das mãos com objetos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente. A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.